24-03-2017 Processo de impugnação foi julgado improcedente

O caso
O Ministério Público Eleitoral moveu uma AIME (Ação de Impugnação de Mandato Eletivo) contra a coligação formada para disputar a última eleição pelos partidos DEM-PPS-PDT-PSD, composta por 15 candidatos.
A denúncia da promotoria era de que existiam indícios de fraude em relação à candidatura de uma das candidatas.
Na eleição Maria Gracia de Freitas não obteve nenhum voto, o que caracterizou para a promotoria que ela não estava na disputa e apenas tinha seu nome para que a coligação estivesse de acordo com a exigência para a formação, com a reserva de 30% de vagas para mulheres.
Na edição de 3 de fevereiro de 2017, nossa equipe de reportagem foi buscar informações com os envolvidos, ouvimos os candidatos eleitos e a vereadora em questão, na época todos acreditavam que teriam vitória pois segundo eles não se tratava de uma fraude e sim de um problema de saúde da candidata que não pode fazer campanha, o que foi provado posteriormente, na 45ª zona eleitoral de Dois Córregos. 
Segundo informações os vereadores Dinho Spirito – PPS,  Alex Parente – PSD, Cris Cury – PSD, seguem com seus mandatos normalmente.
Já a candidata Maria Gracia de Freitas – PPS, pode disputar normalmente a próxima eleição em 2020.
O Advogado
Segundo o advogado da coligação Fausto Ioca, acreditava que o mal-entendido seria resolvido, no entanto  que o entendimento do Ministério Público estava equivocado, tanto que restou como julgado no processo,  totalmente improcedente o pedido. Com isso não muda a composição da câmara municipal que segue da mesma forma até a próxima eleição.
 
 
 


Esta matéria teve 28 visitas até agora. Data da publicação: 08/05/2017

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